Forma urbana e sociabilidade: transformações no espaço público em cidades do oeste catarinense

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DOI:

https://doi.org/10.24302/drd.v16.6047

Resumo

O espaço público, como locus de sociabilidade, é amplamente estudado em grandes cidades. Este artigo investiga a relação entre forma urbana e vida social em núcleos catarinenses interioranos de médio e pequeno porte e fundação recente (1917): Chapecó e Joaçaba. Embora possuam origem comum, apresentam dinâmicas e formas urbanas distintas. A pesquisa adota uma abordagem morfológica e processual para analisar as transformações na forma e no uso dos espaços públicos durante a colonização e a contemporaneidade. Avaliam-se o traçado urbano, o uso do solo, as configurações locais e a apropriação dos espaços (presença, diversidade de usuários e temporalidade). Os resultados apontam divergências nos processos de crescimento, configuração e apropriação: Chapecó exibe lógica racional, traçado ortogonal, escalas amplas e usos distribuídos; Joaçaba apresenta malha sinuosa adaptada ao relevo, com apropriações sociais concentradas e intensas.

Palavras-chave: morfologia urbana; apropriação espacial; Chapecó; Joaçaba.

Biografia do Autor

  • Luís Eduardo Candeia, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestre em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socioambiental. Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 

  • Cássia Regina Segnor, Universidade Federal de Santa Catarina

    Mestra em Geografia. Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 

  • Almir Francisco Reis, Universidade Federal de Santa Catarina

    Doutor em Arquitetura e urbanismo. Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 

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Publicado

2026-08-10

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

CANDEIA, Luís Eduardo; SEGNOR, Cássia Regina; REIS, Almir Francisco. Forma urbana e sociabilidade: transformações no espaço público em cidades do oeste catarinense. DRd - Desenvolvimento Regional em debate, [S. l.], v. 16, p. 368–385, 2026. DOI: 10.24302/drd.v16.6047. Disponível em: https://periodicos.unc.br/index.php/drd/article/view/6047. Acesso em: 11 ago. 2026.